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Coruja Suindara- Animal do Mês (Junho/2016)

Características

Possui em média 36 cm de comprimento e envergadura de 75 a 110 cm , as fêmeas pesam em média 570 g e os machos 470g. É uma espécie muito especializada, caça suas presas localizando-as principalmente pela audição. Possui dois discos faciais bem destacados, em forma semelhante a um coração, que ajuda a levar o som até a entrada dos ouvidos externos. Essa é uma estrutura única, separando-a das demais corujas em uma família especial, a Tytonidae.

Alimentação

É uma grande caçadora de ratos, sejam silvestres, sejam espécies introduzidas de fora das Américas. Como todas as corujas, ingere o alimento inteiro. No estômago, há a separação dos pêlos, ossos e outras partes não digeríveis, as quais formam pelotas, posteriormente regurgitadas em seu pouso tradicional. A análise dessas pelotas, indica o alimento ingerido pela espécie. Por esse método, descobriu-se no interior de São Paulo, que duas suindaras mudavam seu alimento conforme a época do ano. No período do inverno, cerca de 90% das pelotas era formada por restos de roedores e 7% de gafanhotos. Já no verão, o inverso. Além de insetos e roedores, apanha morcegos, pequenos marsupiais, anfíbios, répteis e aves.

Reprodução

Põe de 4 a 7 ovos, que incubará durante uns 32 dias. Dentro de 50 dias os filhotes já estão aptos a voar. Normalmente, não se separam de seus pais até os 3 meses de vida. O seu nome se dá pelo habito de fazer os seus ninhos em edificações humanas incluindo as torres das igrejas.

Hábitos

De hábitos noturnos, prefere presas vivas. Se perturbadas, balançam o corpo lateralmente. Se encurraladas, jogam-se de barriga para cima, enfrentando o perigo com as poderosas garras que lançam para frente.

Fonte: http://www.wikiaves.com.br/coruja-da-igreja

Título do Site

Araçari do Bico Branco - Animal do Mês (Maio/2016)
 

 

Nome Científico:

Do (grego) pteros = pena, asa; e glössa = língua; pteroglossus = com língua emplumada e do (tupi) arassari, aracari = palavra indígena tupi que significa pequena ave brilhante (como o dia). ⇒ Pequena ave brilhante com a língua emplumada.
 

Características

Este araçari mede 43 centímetros, identificável pela maxila branca, que contrasta com a região de baixo do bico, que é negra. Possui a região da barriga amarelada, transpassada por uma faixa vermelha na região mediana, e coxas verde-oliva, o que o diferencia das outras espécies do seu grupo.


Alimentação

Alimenta-se de frutos, artrópodes e pequenos invertebrados. As espécies vegetais que o araçari mais gosta são a palmeira-juçara (Euterpe edulis, Arecaceae) e as canelas

 

Reprodução

O araçari choca os ovos por cerca de 16 dias. Os filhotes crescem devagar, deixando o ninho com mais de 40 dias. Para alimentar os ninhegos, o casal é auxiliado pelos filhotes do ano anterior. Assim, caso um casal não produza descendentes em um determinado ano, no ano seguinte terá dificuldades para fazê-lo, tendo que suprir sozinho as necessidades nutricionais dos ninhegos, além de lhes garantir proteção.

 

Hábitos

Habita a copa de florestas altas de terra firme, várzeas e igapós, tanto no interior como nas bordas. Vive normalmente em grupos com cerca de 10 indivíduos ou mais, voando em fila indiana através de clareiras na floresta.

Fonte: http://www.wikiaves.com.br/aracari-de-bico-branco

Curiosidade: http://www.naturezaonline.com.br/natureza/conteudo/pdf/06_Srbek-Araujo&Albergaria_038-040.pdf

Por que a taxidermia está sendo ressucitada para o século XXI?


A prática da taxidermia começou na Europa nos séculos 16 e 17, como um meio de preservar espécimes coletados pelos exploradores que viaja no mundo. Muitas vezes, estes espécimes se tornaria parte de um rico colecionador "gabinete de curiosidades", trazendo uma pitada de admiração e mistério para os telespectadores que não têm nada de lugares mais longínquos do mundo conhecia.


Taxidermia era tão prevalente em todo América e Inglaterra no final do século 19. De acordo com "A História de Taxidermia", o censo de Londres de 1891 mostra que 369 taxidermistas operava na capital Inglês sozinho, cerca de um taxidermista para cada 15.000 londrinos. 

Depois da Grande Guerra, vários fatores jogado no declínio da taxidermia, mas, principalmente, a demanda evaporou-se como novas tecnologias entrou em cena. A virada do século 20 trouxe a idade de fotografia amadora.

Entretanto, a taxidermia não morreu completamente. De 1972 a 1996, Larry Blomquist - proprietário de um dos maiores estúdios de taxidermia, no sudeste dos Estados Unidos. Hoje ele está aposentado, mas ainda  organiza os Campeonatos Mundial Taxidermia, ele era um juiz do muito primeira em 1983. 

 

Blomquist diz que ele tem, sem dúvida visto um aumento de interesse em taxidermia nos últimos anos: "Há definitivamente tem havido um ressurgimento do interesse em taxidermia no público em geral. "Ele também observa que mais mulheres do que nunca estão mostrando interesse no ofício. "Eu vejo mais mulheres interessadas em taxidermia do que vimos 20 ou 25 anos atrás", diz ele.


"Eu acho que as pessoas têm sido isolados de espécimes animais por tanto tempo, que, quando alguém pega um osso ou do crânio, eles são completamente nocauteado por ele, pelo que uma incrível, coisa maravilhosa que é. O mesmo vale para um pássaro morto ... quando é fisicamente na sua mão, você quer preservá-lo ... ele se torna especial. " Diz Pat Morris, autor da " A Historia da Taxidermia".

Para muitos praticantes modernos, taxidermia tornou-se um quadril e uma forma de arte na moda, com todos tentando encontrar maneiras de se destacar. Conhecimento de taxidermia também ainda tem usos científicos, como a restauração museu exibe ou extrair DNA dos corpos preservados de espécies de longa perdidos ou em vias de extinção.

Fonte - "Why Taxidermy is being revived for the 21st century"

"The World Taxidermy & Fish Carving Championships" - A maior competição mundial de Taxidermia

 

Muitos não conhecem, mas existe uma competição mundial, nos Estados Unidos -Springfield- para eleger o melhor taxidermista. De várias localidades, competidores levam seus animais taxidermizados para serem avaliados e concorrer o primeiro lugar.
Para participar, não basta apenas levar seu animal e posar. Existem regras, regulamentos e categorias certas para se seguir -que serão citadas algumas abaixo:

Divisão ''Master'': Divisão que títulos mundiais são disputados na categoria. Concorrentes experientes que ganharam mais de um primeiro lugar em outras competições.

Divisão Artistas Coletivos : Essa categoria é para os trabalhos em grupo. É uma divisão que cada um faz um pedaço, onde os amigos podem unir os seus esforços para produzir uma peça.

Divisão Artistas Profissionais: Oferece múltiplas fitas em doze categorias, geralmente tem o maior número de inscritos no campeonato. É para profissionais, mesmo que nunca tenha competido

Divisão de Aprendiz: Para taxidermistas iniciantes, que sentem suas habilidades não desenvolvidas o suficiente para competir efetivamente na Profissional.

Divisão de Juventude: Está aberto para taxidermistas que tem 14 anos ou menos.

Divisão Taxidermia "Live": Aberto a oito participantes que deverão esculpir um mamífero de tamanho real dentro de um período de 24 horas.

Divisão Pré Esculpida: Está aberto a qualquer escultor que gostaria de apresentar uma escultura em argila taxidermizada concluída.
 


- Como é feito o julgamento?

 

Cada entrada na 'Divisão Mestre' serão marcados os pontos de forma independente, por três juízes e as pontuações médias juntas. Depois primeiros lugares são determinadas nas subcategorias, um supervisor da competição vai reunir todos os juízes de categorias (cinco para maioria das categorias) para votar para inscrições elegíveis para melhor em títulos mundiais.

Eles vão lançar uma votação secreta para o melhor . Os juízes serão autorizados a discutir e conferir sobre antes de lançar suas cédulas.

Se o participante receber duas entradas, votos iguais os juízes serão convidados a votar novamente nessas duas entradas. Os resultados serão mantidos em segredos e anunciados no banquete de premiação do "World Show".
 

- Premiações:


Mais de US $ 42,000 em dinheiro e prêmios. Taxidermistas estarão competindo por US $ 30.000 em prêmios em dinheiro e escultores para mais de US $ 3.000.
O vencedor da divisão Mestre receberá US $ 2.000 e o vencedor Profissional receberá US $ 1.000

Além de competições, amostras e todas as facetas que a programação apresenta, há também seminários de especialistas líderes da indústria, que irá cobrir tudo sobre taxidermia e peixes esculturais.

Fonte- The World Taxidermy & Fish Carving Championships

Materiais necessários para empalhamento de animais

Para se trabalhar com taxidermia, é indispensável a existência de um conjunto básico de instrumentos ou ferramentas. É necessário também possuir produtos químicos apropriados para serem utilizados na preparação e na conservação da pele dos animais. Assim, podemos dizer que os equipamentos mínimos necessários são os seguintes:
 

Freezer - Muitas vezes, o taxidermista, ao receber um animal, não poderá iniciar os trabalhos de preparação do mesmo imediatamente. Esse fato, leva, portanto, à necessidade de manter o animal devidamente conservado, o que é feito mediante congelamento. E isso poderá ser perfeitamente realizado, utilizando-se um freezer, desde que o animal esteja devidamente preparado: enrolado em folhas de jornal e acondicionado em sacolas de plástico para que não haja vazamentos de secreções indesejáveis. Nestas condições, os corpos dos animais mortos poderão permanecer por um período de 90 dias (ideal) ou mais.


Mesa - Basicamente, todo o processo de preparação da pele é feito sobre uma mesa, a qual deverá ser preferencialmente de fórmica, mármore ou granito, para facilitar a limpeza. Ela deverá possuir as seguintes dimensões mínimas: altura de 80 cm; comprimento de um metro e 20 cm; e largura igual a 80 cm.
 

Bisturi ou faca pequena – A abertura do corpo do animal, a retirada da pele, e os cortes das partes do corpo do animal são etapas realizadas com a utilização de uma lâmina de corte. Esta lâmina poderá ser um bisturi cirúrgico ou uma faca pequena, bem afiada.


Arame galvanizado - Para dar a forma desejada à pele de um animal, após o seu enchimento, torna-se necessário construir uma estrutura de sustentação simplificada. Isto poderá ser feito, utilizando-se arame de aço galvanizado.


Linha e agulha - Após realizar o enchimento da pele, as incisões feitas no inicio do processo, para possibilitar retirar o tecido muscular e os ossos não aproveitáveis, deverão ser fechadas. Isto é feito com linha e algodão e agulha de costura manual. Além disso, as costuras deverão ser utilizadas também para fechar furos e rasgos que eventualmente possam existir na pele dos animais, decorrentes de acidentes ocorridos com o animal taxidermizado.
 

Formol - O formol é um produto clássico, na conserva de órgãos e, ou, tecidos de animais. Entretanto, como mostrado no filme, em taxidermia este produto quase não é utilizado; apenas quando se tratar de mamíferos e que se optar por deixar, no interior da pele, algumas partes do tecido muscular é que se torna necessária a utilização do formol.

A formulação apropriada para esses casos é o formol a 10%. Mas, como no mercado, este produto é geralmente encontrado com uma concentração padrão, chamada de solução estoque, ou seja, a 36%, torna-se necessário, então, fazer a sua preparação, de tal maneira a obter a solução a 10%.
 

Fonte: http://www.tecnologiaetreinamento.com.br/como-montar/como-fazer/materiais-necessarios-para-empalhamento-de-animais/

Passo-a-passo: como um animal é empalhado?

 

O "empalhamento" de um animal deve começar até 24 horas após sua morte. Depois desse tempo sua carne começa a apodrecer

1. O primeiro passo é fazer uma máscara mortuária de gesso do bicho. Ela fornece uma imagem tridimensional da cara do animal e é uma cópia perfeita de suas feições, mostrando todos os detalhes de seu rosto

2. Em seguida, com uma fita métrica, o taxidermista tira as principais medidas do animal, como a circunferência do abdome, o comprimento total do nariz à cauda, a largura da cabeça e a distância do nariz ao olho, entre outras

3. Com uso de arames e apoios, o animal é congelado na posição em que será "empalhado". Quando ele estiver durinho e na postura correta, é hora de fazer uma cópia do corpo numa fôrma de gesso

4. A partir do molde de gesso, é feito outro molde de resina. Ele será empregado na fundição do manequim de poliuretano. Se necessário, o taxidermista esculpe detalhes finais na peça, que será vestida com a pele depois

5. Paralelamente à fabricação do manequim, é feita a retirada da pele, única parte aproveitada - órgãos e carcaça são descartados. Retirado o couro, ele é curtido em banhos ácidos que dissolvem resquícios de sujeira e gordura, evitando que apodreça

6. O passo seguinte é a retirada da endoderme, uma fina membrana interna colada à pele. Feito isso, o couro é banhado com um produto químico preservativo e é engraxado para ganhar flexibilidade

7. Olhos, nariz, orelhas, boca, língua e até a cauda são fakes. Os olhos são feitos de vidro, a cauda, de poliuretano flexível, e as orelhas, nariz e língua, de plástico poliestireno. Todas essas próteses são fixadas no manequim antes da pele

8. A etapa final é vestir o manequim com a pele. Ela é encaixada e fixada com uma cola especial. Depois, é costurada. Os pontos são dados em locais de difícil visualização, como na parte inferior da barriga, para que o bicho pareça o mais real possível"

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-um-animal-e-empalhado

Universidade Federal de Ouro Preto - Museu de Ciência e Técnica  Escola de Minas e Museu da Farmácia

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